HP Service Pack for ProLiant (SPP) Version 2015.06.0 – Direct link download

UPDATE (2016-08-23):
Please notice this workaround was posted to solve a temporary issue with HPE servers, currently HP allows customers with a registered server to access Service Pack for ProLiant (SPP). Please read and follow instructions on the HPE Support website.

If you try to download HP Service Pack for ProLiant (SPP) Version 2015.06.0 using the official HP Enterprise Support Website, it will redirects you to HP Service Pack for ProLiant (SPP) Version 2015.04.0 version. The HP Service Pack for ProLiant (SPP) is available for customers to download and use on products which are under an active warranty or an HP Support Agreement.

No matter what, if you use different logins, different browser’s, with or without an active warranty or an HP Support Agreement, it will blow your mind off.

So, until Hewlett-Packard patches their website, you can directly go to:

ftp://ftp.hp.com/pub/softlib2/software1/cd-generic/p67859018/v110210/

Which contains the SPP2015060.2015_0605.106.iso

This is the official url for the service pack and do not contain any malware or malicious software.

Please keep in mind to read release notes and documentation, when you download the ISO you are also accepting the Terms and Conditions of HP.

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Indisponibilidade do serviço Dynamic DNS No-IP

no no-ip

No seguimento de uma ação jurídica imposta pela Microsoft sobre a No-IP, e de forma a desactivar duas botnet’s conhecidas com os nomes Bladabindi (também conhecida por NJrat) e Jenxcus (também conhecida por NJw0rm), o serviço No-IP está agora a ser gerido pela Microsoft.

Microsoft

Microsoft

Esta ação está a causar a indisponibilidade de serviços importantes em mais de 4 milhões de domínios, o que significa que neste momento há impossibilidades de acesso a servidores e serviços de rede que dependem deste serviço gratuito/pago, como é o caso de servidores de jogos, acesso remoto, VPN e outros serviços críticos para muitas organizações. É provável que o serviço continue indisponível nos próximos dias, por tempo indefinido…

É importante recomendar a quem tem serviços Dynamic DNS gratuitos que estão dependentes da No-IP para se efectuar a alteração imediata do serviço para outros fornecedores de serviços e/ou propor a aquisição de um IP fixo.

Comunicado da No-IP: https://www.noip.com/blog/2014/06/30/ips-formal-statement-microsoft-takedown/

Comunicado da Microsoft: http://blogs.technet.com/b/microsoft_blog/archive/2014/06/30/microsoft-takes-on-global-cybercrime-epidemic-in-tenth-malware-disruption.aspx

Para os clientes que têm Dynamic DNS da No-IP activo, deixa de ser possível aceder aos serviços que dependem do No-IP. Esta ação está a ter um impacto significativo e extremamente negativo no negócio da No-IP.

Esta ação da Microsoft vem no seguimento de uma vulnerabilidade que tem sido exponencialmente explorada por indivíduos mal intencionados, que pretendem tirar o partido da simplicidade de instalação e o baixo bloqueio que é feito nestes serviços, permitindo grandes níveis de penetração e de proliferação de malware.

Recomendo a visualização de um video da CISCO que aborda este tema e o impacto que está a ter no serviço Dynamic DNS:

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Compreendendo as Vulnerabilidades de Software

gestaoriscos

Neste artigo vamos analisar de uma forma geral o que representa as vulnerabilidades para as organizações e para as pessoas, nomeadamente qual a origem e seu o seu impacto.

Uma vulnerabilidade, múltiplos vectores:

  • Rede Remota
  • Rede Local
  • Sistema local

Falhas com origem no código de aplicação devido a:

  • Falha de segurança
  • Erros funcionais

Onde estão essas aplicações:

  • Servidores
  • PCs, Portáteis, VMs
  • Dispositivos móveis
  • Impressoras, switch’s e router’s
  • Appliances domésticas/empresariais

 

Da vulnerabilidade à ameaça


  1. Um hacker identifica uma vulnerabilidade
  2. Desenvolve uma forma de utilizar a vulnerabilidade para manipular a aplicação, dando origem a um exploit
  3. O exploit é executado com sucesso
  4. O hacker faz a festa.

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Ameaças múltiplas


  • Uma única vulnerabilidade pode ter diversos exploits
  • As defesas mais comuns protegem exploits, não vulnerabilidades

 

Gestão de Riscos


  • Conhecimento de vulnerabilidade e ameaças
  • Nem todas as vulnerabilidades representam risco idêntico.
  • Conhecimento de todos os equipamentos
  • Nem todos os equipamentos têm, ou precisam, do mesmo nível de segurança

 

Visão global de vulnerabilidade, factos

Em 2013:

  • 10 falhas zero-day foram descobertas nas 50 aplicações mais populares
  • 14 falhas zero-day foram descobertas no total na generalidade das aplicações
  • 13,073 vulnerabilidades foram descobertas em 2289 produtos vulneráveis
  • Aumento de 45% em vulnerabilidades (tendência 5 anos)
  • 79% das vulnerabilidades tiveram um patch disponível no dia em que foram divulgados.

Isto significa que é possível corrigir a maior parte das vulnerabilidades, e que as empresas e utilizadores finais têm fortes probabilidades de ter uma solução disponível para a origem do problema das suas falhas de segurança originadas nas vulnerabilidades do software.

Fonte: “Secunia Vulnerability Review 2014”

Novas e velhas ameaças


“Houve um aumento surpreendente de incidentes envolvendo o work Conficker, apesar de ter sido disponibilizado uma patch desde 2008.”

Fonte: “Information Security Breaches Survey 2013.” Technical Report. PwC

“Criando um código malicioso não é nenhuma ciência impossível: Em 2012, uma criança com 11 anos de idade desenvolveu um Trojan para roubar dados de login de jogadores online.”

Fonte: “AVG Community Powered Threat Report.” Q4 2012. AVG

Ao que estamos sujeitos


figure6

Fonte: Microsoft Security Intelligence Report volume 11 

É interessante analisar este gráfico que nos dá várias métricas e informação de análise, desde o momento em que é reportada a falha, até que é lançado o update. Devemos ainda considerar que que antes de ser reportada a falha pode já estar a ser explorada.

Mais curioso ainda é analisar a quantidade de ataques, sendo que há um pico de ataques no momento em que é lançada a atualização, surgindo no 1º mês seguintes uma maior intensidade dos ataques e no 2º mês após a falha ter sido detetada, dão-se ataques intensivos.

 

O que vulnerabilidades não resolvidas podem fazer


Departamento de Energia dos EUA

  • A exploração das vulnerabilidades dos seus sistemas de informação causaram um roubo de informação pessoal de mais de 104.000 individuos
  • Os atacantes neste caso foram capazes de utilizar exploits bem conhecidos e disponibilizados na internet, para ganhar acesso aos sistemas relevantes e retirar grande quantidade de dados
  • informação que pode afectar os interesses pessoais e financeiros de muitos individuos.

Custos de limpeza:quebras

  • um valor estimado de 1,6 milhões de dólares (monitorização de crédito e de trabalho), mais 2,1 milhões devido a perdas de produtividade.

Universidade da California, Berkeley

  • Milhões de tentativas de ataque registadas, numa base semanal.
  • O tempo entre o anúncio da vulnerabilidade e quando são verificados os primeiros ataques tornaram-se cada vez mais curtos. Falamos de dias, e por vezes horas.

Snapchat

  • Esta popular aplicação de troca de envio de fotos orientada principalmente ao mercado mais jovem, foi atingida por uma falha de segurança devido a uma vulnerabilidade.
  • Especificamente, a relutância da empresa Snapchat em resolver os problemas de segurança levou a que fossem roubados nomes e números de telefones de 4,6 milhões de utilizadores da aplicação.

Facebook

  • Cerca de 6 milhões de utilizadores foram afectados por uma vulnerabilidade de software, resultando na exposição de informação pessoal (ex: emails e números de telefone) durante cerca de 1 ano após o erro de software ter sido corrigido.
  • Adicionalmente, o Facebook detetou uma infeção causada por malware em portáteis de diversos funcionários em Fevereiro, levando a que houvesse ataques direcionados aos programadores que visitassem o site de desenvolvimento que tinha sido comprometido.

Fontes:
“Department of Energy’s July 2013 Cyber Security Breach.” Special Report: IG-0900. Energy.gov. Dezembro 2013
“Universities Face a Barrage of Cyberattacks.” The New York Times. Julho 2013
“Technologists scold Snapchat for poor security.” USA Today, Janeiro 2014

“Top 10 Security Breaches of 2013.” CRN, Dezembro 2013

 

Custos operacionais por incidente de segurança


figure62

  • Linha da frente (possui ferramentas e estratégias)
  • Bombeiros (age sobre necessidade e solicitação; medidas reactivas)
  • Líderes (um consultor de segurança, com medidas preventivas e monitorização)

 Fonte: “Defending Yesterday – The Global State of Information Security Survey 2014”, PWC, CIO magazine, CSO magazine, 2013

Investigação de vulnerabilidades


  • appsquoteInvestigação, descobrindo e coordenando a divulgação de vulnerabilidades ajuda a melhorar a segurança geral e performance quer para os negócios, quer para os utilizadores
  • As vulnerabilidades no software variam como elas podem expor máquinas e ambientes
  • Compreendendo os riscos relacionados com cada vulnerabilidade permite que sejam classificados de acordo com o nível de importância
  • O ponto anterior permite prioritizar o esforço de mitigação e de enfoque nas operações de segurança
  • Investigação é um elemento chave no tratamento e resposta das vulnerabilidades.

 

Gestão de vulnerabilidades


As brechas vão continuar a acontecer, como tal devemos considerar:

  1. Incluir segurança da informação como parte da estratégia do negócio
  2. Desenvolver políticas e obrigar a que essas políticas estejam alinhadas com a estratégia
  3. Focar em reduzir a área de ataque ou possibilidades de ataque
  4. Preparar para responder a falhas
  5. Monitorizar e reportar as actividades
  6. Estar informado e acompanhar sobre o panorama das vulnerabilidades e ameaças

 

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Do mobile até à compra: 5 Pontos chave

E-commerce

A Google Insights publicou um estudo recente que apresenta 5 pontos chave a reter no que toca ao processo de compra que tem início no Smartphone. No estudo participaram 950 pessoas, que responderam a um inquérito baseado no seu processo de compra, tendo origem num smartphone. Foram também recolhidos vários dados da utilização de dispositivos móveis.

Pontos retidos:

  1. Consumidores passam mais tempo a pesquisar em dispositivos móveis
    Os consumidores passam em média mais de 15 horas por semana a pesquisar nos seus smartphones e em média visitam o mesmo site 6 vezes.

  2. A pesquisa tem início num campo de pesquisa
    Cada vez mais utilizadores começam por procurar os produtos ou serviços que pretendem adquirir a partir dos motores de busca, contra as outras pesquisas que têm começo num site ou aplicação de uma marca.

  3. O fator proximidade é importante para o consumidor móvel
    Quase 70% dos consumidores esperam que as lojas estejam a menos de 8 quilómetros de distância da sua atual localização.

  4. Compra imediata é determinante
    Muito justificado pela vontade que o produto desperta na pessoa (consumismo), mais de metade dos inquiridos querem fazer a compra na hora seguinte à qual foi feita ou iniciada a pesquisa.

  5. O mobile influencia a forma de comprar
    93% das pessoas que fizeram pesquisa utilizando dispositivos móveis acabaram por concluir a compra do produto ou serviço. Maior parte das compras acontece mesmo nas lojas físicas.

Com mais este estudo compreendemos a importância do mobile para as empresas e do que este pode representar a nível de potenciais ganhos para um negócio que venda produtos ou serviços. A facilidade com que hoje qualquer pessoa tem um smartphone obriga a que haja uma estratégia sólida a este nível, de forma a evitar a perda de grandes oportunidades associadas à utilização destes dispositivos.

 

Quer saber mais?
Veja o artigo e resultados do estudo na íntegra.

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Estratégia Mobile nas Empresas

Hoje vou voltar a mencionar a importância do tema “Mobile”. Já o fiz anteriormente em dois artigos (Tendências Mobile para 2012 e Tendências para 2013) e volto a fazê-lo porque de fato estamos hoje a presenciar uma adesão massiva e agressiva, justificado pelos novos hábitos dos consumidores, pelo fácil acesso (menor custo) e pela panóplia de possibilidades que hoje um Smartphone oferece, criando em paralelo o sentimento de necessidade por parte do consumidor.

E de que crescimento falamos? Bom, falamos disto: “entre abril e junho foram vendidos em todo o mundo mais de 237,9 milhões de smartphones, um crescimento de 52,3% face a igual período de 2012 e o mais elevado dos últimos cinco trimestres.” (in tek.sapo.pt)

Por isto e porque a tendência de crescimento é para manter durante os próximos meses e provavelmente anos, as organizações têm de realmente agir rapidamente preocupando-se com uma resposta eficaz aos novos paradigmas e exigências, obrigando assim as empresas e instituições a definirem uma estratégia mobile.

E o que é isto de estratégia mobile? E de que paradigmas estamos a falar?

A estratégia mobile, ou móvel, de uma forma muito simples passa por definir normas, e criar mecanismos que permitam que um determinado utilizador de smartphone comunique com a organização por essa via, seja ele um funcionário da empresa, seja externo à organização (cliente ou parceiro).

Devemos definir políticas de utilização e de segurança para os nossos trabalhadores (BYOD – Bring Your Own Device), visto que há cada vez mais utilizadores e trabalhadores com Smartphones, podemos dotá-los de mecanismos para realizarem o seu trabalho a partir de qualquer lado. Este paradigma acaba por se focalizar mais na forma como os trabalhadores interagem internamente com a empresa e com os recursos que tem à sua disposição.

Por outro lado, temos um paradigma que é mais abrangente e que deve ser estrategicamente bem definido e delineado, orientado na forma como o negócio funciona e é visível para o exterior, no fundo a forma como permitimos e queremos que os clientes e parceiros comuniquem e interajam com a nossa organização.

Ok ok, chega de conversa…  por onde começar?

Bom, podemos começar pelo básico: o site da empresa! É surpreendente a quantidade de sites que são atualmente concebidos e não têm qualquer versão mobile disponibilizada, nem sequer são pensados para se ajustar à resolução dos diferentes equipamentos.

Mas eu já tenho site compatível com tablet’s, smartphones e…

Já é um bom começo mas é curioso ver a quantidade de sites que não oferece mais nada do que uma simples consulta de texto institucional, sem a possibilidade de compra, sem a possibilidade de pedir um contato ou ajuda, sem qualquer tipo de funcionalidade que me faça querer e precisar de visitar o site.

O meu site permite fazer compras online, ajustado para tablet, com uma pinta de invejar.

Isso é excelente e diria que hoje, é essencial mas… será que o processo de compra está facilitado? Já pensou no utilizador de Smartphone e tablet’s? Está disposto a dar tantos cliques/toques no ecrã e a escrever tanto nos teclados virtuais como quando está em frente ao PC? Certamente que não! Um utilizador mobile está habituado a dar um toque para acender o ecrã, a dar outro toque para iniciar um jogo, a dar um toque para ver uma notificação e a dar 2 toques para enviar um smiley para um amigo do outro lado do mundo.

O utilizador mobile é tipicamente um utilizador que quer sentir a experiência de utilização, sem sentir que está utilizar o aparelho. Faz sentido?

Ficariam surpreendidos, tal como eu fiquei, em saber o número de pessoas que abandonam um carrinho de compras durante um processo de checkout de uma loja virtual utilizando um tablet ou smartphone. Isto significa dinheiro, muito dinheiro!

Não é disto que gostamos? Um clique, e… está feito. É assim que gostamos das coisas: simples e práticas! E por ser disto que gostamos é por isto que o mobile trás novas exigências, novas formas de pensar e repensar o negócio.

A adoção massiva e muito rápida dos smartphones é uma realidade bem perceptível, dado o seu potencial impacto nas organizações, devemos pensar muito bem sobre a estratégia mobile que queremos, que pode passar por redefinir toda a estrutura empresarial ou partes que alteram processos da organização.

Ficaram entusiasmados? Então invistam 1h10m num video que incide essencialmente no Design/User Experience, mas que acaba por fazer um apanhado de muitas questões, números e conceitos que nos podem ajudar a desenhar uma estratégia mobile.

E umas infografias interessantes:
Mobile Learning That Works | Changing the In-store experience | Mobile Business Predictions

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Design centrado nas atividades

Hoje partilho um artigo produzido pela Medium.com, que focaliza a importância de deixar de desenhar aplicações orientadas ao utilizador mas sim às atividades.

https://medium.com/design-ux/9c5e582b3ec8

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10 Competências Individuais Críticas

Randy Glasbergen / glasbergen.com

Randy Glasbergen / glasbergen.com

Numa altura em que empresas e pessoas procuram reduzir custos e obter ganhos de produtividade, são várias as reflexões que diariamente são feitas, quer na forma como utilizamos o tempo diário, como nas ferramentas que temos ao nosso dispor, bem como na forma como as utilizamos. No entanto, há muito que podemos trabalhar ao nível da personalidade, que pode incluir fatores como o conhecimento e a atitude perante o trabalho diário e que nos pode a ajudar a exponenciar o trabalho e as ferramentas que já dispomos atualmente.

Por esta razão, deixo aqui uma seleção de 10 competências que considero críticas para o acompanhamento das exigências atuais e futuras do mercado. A ordem dos pontos é descendente do ponto mais procurado ao menos procurado.

  1. Pensamento Crítico
    Utilizando a lógica e a razão para identificar os pontos fortes e fracos de soluções alternativas, conclusões ou abordagens aos problemas.
  2. Resolução de Problemas Complexos
    Identificando problemas complexos e verificando informação relacionada de forma a desenvolver e avaliar opções e implementar soluções.
  3. Análise e Tomada de Decisão
    Considerando cuidadosa e eficazmente os custos e benefícios relativos às várias possibilidades de tomada de decisão e seus respetivos impatos.
  4. Abertura da Mente/Pensamento
    Prestando o máximo de atenção ao que as pessoas nos estão a dizer, investindo tempo na compreensão dos pontos que nos são dados, colocando questões apropriadas e sem interromper o raciocínio.
  5. Informática e Eletrónica
    Conhecimentos em circuitos eletrónicos, processadores, equipamento eletrónico e hardware, incluindo aplicações e programas.
  6. Matemática
    Conhecimento de aritmética, álgebra, geometria, cálculo, estatística e suas aplicações práticas.
  7. Operações e Análise de Sistemas
    Determinando como um sistema ou operação deverá funcionar e como o mesmo alterna e que resultados produz quando exposto a diferentes condições, operações e ambientes. Compreender os requisitos e desenhar especificamente soluções para responder às necessidades e requisitos de um determinado produto.
  8. Monitorização
    Monitorizar e avaliar a performance individual, outros colegas ou organizações para poder melhorar e tomar ações pró-ativas baseando nas melhores práticas.
  9. Programação
    Interpretando e desenvolvendo código de programação em diferentes contextos e aplicações.
  10. Vendas e Marketing
    Conhecimento de princípios e métodos para apresentar, promover e vender produtos e serviços. Incluindo estratégia e técnicas de marketing, apresentação de produtos, técnicas de vendas e sistemas de controlo de venda.

Com estes 10 pontos pretendo referir a importância de sermos polivalentes nas tarefas diárias e no esforço/espírito crítico que devemos de colocar nas pequenas ações diárias, contribuindo de forma positiva e sólida para o nosso desenvolvimento individual.

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SQL Server 2012 Business Intelligence

Acho que melhor do que falar de uma aplicação que facilita e agiliza imenso o processo de BI a partir de qualquer base de dados relacional, é vermos o video da apresentação das potencialidades do Microsoft SQL Server 2012 Business Intelligence.

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Tendências para 2013

De acordo com a comunicação da Gartner, ficam as 10 tendências tecnológicas para 2013:

  1. Os telemóveis irão ultrapassar os PCs como o dispositivo mais usado a nível mundial para aceder à Web;
  2. Seis arquiteturas para desenvolvimento de aplicações móveis manter-se-ão populares – nativas, especiais, híbridas, Message, No Client e HTML 5 – embora seja de prever uma transição de arquiteturas nativas para arquiteturas Web, à medida que o HTML5 ganhar novas capacidades;
  3. As soluções de clouds pessoais substituirão gradualmente os computadores como a localização preferencial para guardar conteúdos pessoais, aceder a serviços e centralizar as suas “vidas digitais”;
  4. Algumas lojas de apps irão limitar as suas ofertas a dispositivos específicos e a tipos de aplicações, forçando as empresas que criam apps a negociar com várias lojas, a desenvolver vários processos de pagamento e várias condições de licenciamento.
  5. A Internet das Coisas: será um conceito cada vez mais usado, traduzindo-se na capacidade de ligar vários dispositivos de consumo à Internet, seja sensores embebidos, tecnologias de reconhecimento de imagem ou pagamentos com ligações NFC;
  6. Os sistemas de Cloud Services Brokerage (CSB) desempenharão cada vez mais um papel fundamental nas empresas de TI, como forma de otimizar os recursos disponíveis;
  7. A tecnologia Big Data irá passar da centralização nos projetos individuais para um factor de influência na arquitetura de informação estratégica das empresas;
  8. Os profissionais terão cada vez mais acesso a ferramentas de análise de desempenho no momento, que tornarão as decisões ainda mais flexíveis em cada etapa e processo de um negócio.
  9. Os sistemas de gestão de bases de dados apoiados em soluções de computação in-memory (IMC) tornar-se-ão cada vez mais comuns, abrindo as portas a verdadeiras transformações na velocidade de execução de processos complexos;
  10. Por fim, a utilização de ecossistemas TI integrados irá ganhar massa crítica face aos sistemas e abordagens heterogéneos de hardware, software e serviços.

Fonte: Gartner

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Benchmarking

 

 

 

 

 

 
 

Benchmarking is the process of comparing one’s business processes and performance metrics to industry bests or best practices from other industries. ~ Wikipedia

Hoje partilho um video desenvolvido pela iniciativa Saldo Positivo da Caixa Geral de Depósitos sobre o Benchmarking como método de desenvolvimento e crescimento. Quando pretendemos superar-nos a nós mesmos, precisamos de ter uma métrica, algo que nos diga qual é o nosso limite actual para conseguirmos superar-nos, permitindo-nos estabelecer um novo limite. Quando atingimos esse novo limite e não conseguimos ver para além disso, uma boa prática será analisar atenciosamente a concorrência, compreendendo o que fazem e como o fazem, e esse será logo à partida o nosso novo ponto de referência. O conceito não é novo, é básico até, mas talvez por ser tão básico e explícito, acabe por não ser explorado e até acaba por passar um pouco ao lado.

Falo individualmente, quando treinava sozinho nas minhas voltas de BTT, não tinha qualquer ponto de referência que não o meu, a minha evolução mostrou-se sempre mais linear e suave quando me baseava nas minhas próprias medições e resultados, já quando treinava acompanhado por alguém mais forte, sentia que apesar da dôr e do sofrimento, colocava muito mais pressão, analisando atenta e minuciosamente cada técnica utilizada por quem me acompanhava, permitindo-me aprender, obter melhores resultados e ser mais competitivo.

Um abraço e agradecimento especial ao meu amigo Carlos Novo, por servir um pouco de inspiração para este post.

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